quarta-feira, 19 de março de 2014

Markeane Oliveira

Encontrando Forrester



Um jovem negro da periferia de Nova York consegue uma bolsa de estudos em uma das melhores escolas particulares da cidade, graças às notas que conquistou no colégio público. Só que o ele não consegue superar a barreira do preconceito, por ser negro e pobre. O talento do rapaz em escrever o leva a conhecer William Forrester (vivido por Sean Connery), um brilhante escritor que vive recluso. Ele percebe a capacidade do jovem e o incentiva a prosseguir. Desse relacionamento, nasce uma bela e edificante amizade.



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http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/encontrando-forrester-676184.shtml

Markeane Oliveira

Mito da Caverna



O mito ou “Alegoria” da caverna é uma das passagens mais clássicas da história da Filosofia, sendo parte constituinte do livro VI de “A República” onde Platão discute sobre teoria do conhecimento, linguagem e educação na formação do Estado ideal.
A narrativa expressa dramaticamente a imagem de prisioneiros que desde o nascimento são acorrentados no interior de uma caverna de modo que olhem somente para uma parede iluminada por uma fogueira. Essa, ilumina um palco onde estátuas dos seres como homem, planta, animais etc. são manipuladas, como que representando o cotidiano desses seres. No entanto, as sombras das estátuas são projetadas na parede, sendo a única imagem que aqueles prisioneiros conseguem enxergar. Com o correr do tempo, os homens dão nomes a essas sombras (tal como nós damos às coisas) e também à regularidade de aparições destas. Os prisioneiros fazem, inclusive, torneios para se gabarem, se vangloriarem a quem acertar as corretas denominações e regularidades.
Imaginemos agora que um destes prisioneiros é forçado a sair das amarras e vasculhar o interior da caverna. Ele veria que o que permitia a visão era a fogueira e que na verdade, os seres reais eram as estátuas e não as sombras. Perceberia que passou a vida inteira julgando apenas sombras e ilusões, desconhecendo a verdade, isto é, estando afastado da verdadeira realidade. Mas imaginemos ainda que esse mesmo prisioneiro fosse arrastado para fora da caverna. Ao sair, a luz do sol ofuscaria sua visão imediatamente e só depois de muito habituar-se com a nova realidade, poderia voltar a enxergar as maravilhas dos seres fora da caverna. Não demoraria a perceber que aqueles seres tinham mais qualidades do que as sombras e as estátuas, sendo, portanto, mais reais. 


http://www.brasilescola.com/filosofia/mito-caverna-platao.htm

quarta-feira, 12 de março de 2014

Sergio Moura Aragao Lara

Alessandro Volta
O Conde Alessandro Giuseppe Antonio Anastasio Volta nasceu em Como, na Lombardia (atual Itália), numa época em que o nível de vida de sua família havia diminuído. Ao contrário do que se esperava o jovem Alessandro não seguiu a carreira eclesiástica.
Quando jovem, não mostrou ser um menino prodígio. Começou a falar apenas aos quatro anos de idade e sua família estava convencida de que ele possuía problemas mentais. Entretanto, aos sete anos, quando do falecimento de seu pai, alcançava o nível de perspicácia para crianças de sua idade. A partir de então, Alessandro começou a progredir intelectualmente. Aos quatorze anos, decidiu que seria físico.
Alessandro Volta ficou fascinado com as máquinas e equipamentos que conhecia. Nesta idade, ficou fascinado pelos fenômenos da eletricidade. Em 1774, foi apontado como professor de Física na High School de Como e, no ano seguinte, inventou a "eletrophorous", uma máquina que acumula a cargas. Alessandro Volta passou, então, a ser conhecido por sua invenção e pelo resultado. Em 1778, Alessandro foi o primeiro a separar o metano.
Em 1779, recebeu um cargo de professor na Universidade de Pavia, onde continuou com suas pesquisas e seu trabalho em eletricidade. Inventou outros dispositivos que envolvem eletricidade estática e recebeu a medalha de Copley da Sociedade Real, onde foi nomeado membro em 1791.
Seu feito principal não foi na eletricidade estática e sim na eletricidade dinâmica, mais precisamente em relação à corrente elétrica.
Em 1794, decidiu montar um dispositivo onde se encontrava dois metais diferentes, sem o contato de qualquer tipo de tecido. Como resultado de seu trabalho, obteve a informação de que havia uma corrente elétrica circulando entre os dois metais.
Aprofundando-se nas pesquisas, em 1800 Alessandro Volta comprovou sua tese construindo um dispositivo que produzisse um fluxo contínuo de eletricidade. Esse dispositivo recebeu o nome de "bateria elétrica", a primeira na história. Esta invenção levou Alessandro ao reconhecimento no mundo científico. Foi chamado à França por Napoleão Bonaparte em 1801 para demonstrar suas invenções. Recebeu medalhas e condecorações, incluindo a Honra da Legião e em 1810 foi senador do reino de Lombardy.
Durante toda a vida, Alessandro conseguiu honras e condecorações, independente do tipo de governo reinante na época, em diferentes países. Após a queda de Napoleão e a Áustria dominando a Itália, Volta conseguia manter-se em evidência.
Entretanto, a maior honra que Alessandro Volta recebeu foi de seus amigos e colegas cientistas, quando da definição de unidade de força eletromotriz. Esta unidade recebe o nome de Volt.
http://www.sofisica.com.br/conteudos/Biografias/Alessandro_Volta.php

terça-feira, 11 de março de 2014

Sara de Abreu





Trailler do Filme Encontrando Forrester

http://www.youtube.com/watch?v=7YSGkZE8XVY

Lhays Lorrane Lopes O. Lima

Cientistas na Alemanha 'pesam' elétron de forma mais precisa


Cientistas na Alemanha anunciaram  ter feito a medição mais precisa até agora da massa do elétron, um dos elementos fundamentais que compõem a matéria. A façanha deve fornecer uma ferramenta útil para cientistas que testam o "Modelo Padrão" da Física — a teoria mais amplamente aceita sobre as partículas e forças que compreendem o universo.
Uma equipe de cientistas liderada por Sven Sturm, do Instituto Max Planck de Física Nuclear, em Heidelberg, "pesou" os elétrons, usando um dispositivo denominado de armadilha Penning, que armazena partículas por meio de uma combinação de campos magnético e elétrico.Elétrons são partículas com carga elétrica negativa que orbitam o núcleo de um átomo. Eles foram descobertos em 1897 pelo britânico Joseph John Thomson, que os apelidou de "corpúsculos", nome que depois foi mudado para "elétron" por causa de sua conexão com a carga elétrica.
Eles mediram um único elétron, ligado a um núcleo de carbono, cuja massa já era conhecida. Segundo o cálculo, o elétron tem 0,000548579909067 de uma unidade de massa atômica, a unidade de medição de partículas, definida como 1/12 da massa de um átomo de carbono.
A estimativa representou um aprimoramento treze vezes maior em relação às tentativas anteriores de determinar a massa dos elétrons. "O resultado estabelece a base para experimentos físicos futuros e testes de precisão do Modelo Padrão", escreveram os pesquisadores no artigo, publicado na revista Nature.

Fonte:http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/cientistas-na-alemanha-pesam-eletron-de-forma-mais-precisa

segunda-feira, 10 de março de 2014

Carlos Ronielle

Preconceito Linguístico - Marcos Bagno

BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 54ed. São Paulo: Edições Loyola, 2011.

Existe uma série de (pré) conceitos relacionados ao português falado no Brasil, julgando-o desde um idioma muito difícil de ser aprendido, inclusive pelo próprio falante materno, a uma língua homogênea num território de mais de 190 milhões de falantes. Com o objetivo de desconstruir pensamentos como esses é que Marcos Bagno desmistifica oito principais mitos de uma mitologia do preconceito linguístico. A saber: Mito n° 1“O português do Brasil apresenta uma unidade surpreendente. A afirmação sacramentada por muitos, crê numa fala homogênea em que ela seja comum a mais de 190 milhões de brasileiros. Esse pensamento exclui diversos fatores linguísticos e extralinguísticos responsáveis pela heterogeneidade que o português brasileiro assume. Mito n°2: “O brasileiro não sabe português/ Só em Portugal se fala bem português. Esse mito reflete um complexo de inferioridade de um povo que traz consigo as marcas da colonização em que a própria língua é subjugada inferior em relação à língua do país colonizador. Chegando ao absurdo de dizer que o próprio falante, embora materno, não saiba seu próprio idioma por não utilizá-lo tal quais seus irmãos lusitanos. Mito n°3: “Português é muito difícil”. Essa ideia só corrobora o mito anterior de que “brasileiro não sabe a sua própria língua”. Na verdade, confunde-se a o uso da língua com o estudo da gramática baseada em normas gramaticais literárias de Portugal. Por isso, que esse mito ainda ganha teor de verdade, uma vez que a dificuldade se encontra nas inúmeras regras gramaticais, muitas das quais, desvinculadas do uso real da língua. Mito n°4: “As pessoas sem instrução falam tudo errado”. Esse pensamento crê na tríade escola-gramática-dicionário como o único caminho possível para a iluminação no uso correto da língua portuguesa. Logo, as pessoas menos escolarizadas, ou que não passem pelo caminho já citado, têm a sua manifestação linguística considerada como errada, feia, estropiada, rudimentar, deficiente. Mito n°5) “O lugar onde melhor se fala português no Brasil é o Maranhão”. Esse mito tenta se auto justificar tomando por base o fato de no Maranhão usar-se com certa regularidade o pronome “tu”, marcação especifica verbal da segunda pessoa. Mas o mesmo falante por vez esquece-se desse arcaísmo e realiza construções em que o “tu” é substituído por “ti” assumindo a mesma forma do pronome “mim” posposto da preposição para, anteposto de verbo no infinitivo.Mito n°6) “O certo é falar assim porque se escreve assim”. Esse mito logo cai por terra, pois, em nenhuma língua do mundo fala e escrita se equivalem. A escrita surgiu como uma tentativa de representação da fala. Além do que, muitos sons não podem ser diferenciados na fala como o “u” e “l” finais. Mito n°7: “É preciso saber gramática para falar e escrever bem”. Esse mito é facilmente desmistificado, pois, se é preciso saber gramática para falar e principalmente escrever bem, nossos grandes escritores teriam seus rótulos de “imortais” cassados por inabilidade gramatical, já que muitos desses declararam desconhecer o âmago das regras e exceções gramaticais. Mito n°8: “O domínio da norma-padrão é um instrumento de ascensão social”Se essa ideia de fato fosse verdadeira, os professores de língua portuguesa estariam no topo da pirâmide social. Pois quem além deles tem relação tão íntima com o idioma. Por outro lado, a falta de domínio da norma-padrão não é fator condenatório a exclusão social. Trabalhadores aquém dessa variedade linguistica, também, podem ascendem socialmente.
Terminado os mitos, ainda é discorrido “o circulo vicioso que o preconceito linguístico assume” percorrendo desde os livros didáticos, gramáticos e suas gramáticas normativistas até programas de TV’s com seus quadros em que o português é paciente agonizante a espera de medicação. Seguindo o raciocínio, é apresentada “a desconstrução do preconceito linguístico”, em que, primeiramente, é preciso reconhecer a crise pela qual o ensino de língua está passando. Depois, adotar uma mudança de atitude refletindo sobre questões como: o que é ensinar português? O que é erro? Tudo vale na língua? O que é mais importante em um texto: os “erros” ortográficos ou o encadeamento lógico das ideias?
Por fim, “o preconceito contra a linguística e os linguistas” é debatido, inicialmente, atestando a ciência da linguagem uma importância muito grande. Pois, mesmo antes do cristianismo essa ciência já era estudada. Em seguida, há reflexões sobre o “português ortodoxo”“devaneios de idiotas e ociosos” e por último: “a quem interessa calar os linguistas”?

Fonte: http://poematisando.blogspot.com.br/2012/10/resumo-do-livro-preconceito-linguistico.html

Carlos Ronielle

A Arte de Argumentar "Gerenciando Razão e Emoção"



          Devido ao seu caráter altamente didático e funcional, A Arte de Argumentar: Gerenciando Razão e Emoção é endereçado a todos aqueles que desejam melhorar seu relacionamento profissional, aumentando, criativamente, sua capacidade para o trabalho em equipe e para a resolução de conflitos. Extramente útil para executivos, professores, psicólogos, advogados, administradores e pessoas de vendas, e para todos que desejam uma mudança positiva em seus relacionamentos pessoais.

Fonte: http://casadopdf.blogspot.com.br/2013/10/pdf-arte-de-argumentar-gerenciando.html