segunda-feira, 10 de março de 2014

Carlos Ronielle

Encontrando Forrester



          O vencedor do OSCAR Sean Connery estrela este poderoso e inesquecível drama do aclamado diretor Gus Van Sant (Gênio Indomável, Um Sonho Sem Limites). Com um elenco grandioso incluindo os vencedores do Oscar F. Murray Abrahan (Amadeus, O Último Grande Herói) e Anna Paquin (O Piano, X-MEN), o filme também apresenta o super astro da música rap Busta Rhymes (Shaft) e uma incrível atuação do talentoso estreante Rob Brown. Jamal Wallace (Brown) é um habilidoso jogador de basquete de 16 anos em Nova York cuja paixão secreta é escrever. Willian Forrester (Connery) é um recluso romancista vencedor do prêmio Pulitzer que nunca deu ao mundo um segundo livro. Depois de um encontro acidental, a dura visão do mundo de Forrester começa a mudar à medida que os dois iniciam uma troca de experiências sobre a vida - e a importância da amizade.
Ano de produção: 2000

Fonte: http://livraria.folha.com.br/filmes/drama/encontrando-forrester-dvd-1153577.html

Carlos Ronielle

O Mito da Caverna
reprodução
   Platão    (428-347)
O Mito da Caverna narrado por Platão no livro VII doRepublica é, talvez, uma das mais poderosas metáforas imaginadas pela filosofia, em qualquer tempo, para descrever a situação geral em que se encontra a humanidade. Para o filósofo, todos nós estamos condenados a ver sombras a nossa frente e tomá-las como verdadeiras. Essa poderosa crítica à condição dos homens, escrita há quase 2500 anos atrás, inspirou e ainda inspira inúmeras reflexões pelos tempos a fora. A mais recente delas é o livro de José Saramago A Caverna.

A Condição Humana
Platão viu a maioria da humanidade condenada a uma infeliz condição. Imaginou (no Livro VII de A República, um diálogo escrito entre 380-370 a.C.) todos presos desde a infância no fundo de uma caverna, imobilizados, obrigados pelas correntes que os atavam a olharem sempre a parede em frente. O que veriam então? Supondo a seguir que existissem algumas pessoas, uns prisioneiros, carregando para lá para cá, sobre suas cabeças, estatuetas de homens, de animais, vasos, bacias e outros vasilhames, por detrás do muro onde os demais estavam encadeados, havendo ainda uma escassa iluminação vindo do fundo do subterrâneo, disse que os habitantes daquele triste lugar só poderiam enxergar o bruxuleio das sombras daqueles objetos, surgindo e se desafazendo diante deles. Era assim que viviam os homens, concluiu ele. Acreditavam que as imagens fantasmagóricas que apareciam aos seus olhos (que Platão chama de ídolos) eram verdadeiras, tomando o espectro pela realidade. A sua existência era pois inteiramente dominada pela ignorância (agnóia).

Libertando-se dos grilhões
Se por um acaso, segue Platão na sua narrativa, alguém resolvesse libertar um daqueles pobres diabos da sua pesarosa ignorância e o levasse ainda que arrastado para longe daquela caverna, o que poderia então suceder-lhe? Num primeiro momento, chegando do lado de fora, ele nada enxergaria, ofuscado pela extrema luminosidade do exuberante Hélio, o Sol, que tudo pode, que tudo provê e vê. Mas, depois,
reprodução (estátua de Rodin)
   Livre é quem pensa
 aclimatado, ele iria desvendando aos poucos, como se fosse alguém que lentamente recuperasse a visão, as manchas, as imagens, e, finalmente, uma infinidade outra de objetos maravilhosos que o cercavam. Assim, ainda estupefato, ele se depararia com a existência de um outro mundo, totalmente oposto ao do subterrâneo em que fora criado. O universo da ciência (gnose) e o do conhecimento (espiteme), por inteiro, se escancarava perante ele, podendo então vislumbrar e embevecer-se com o mundo das formas perfeitas.

Fonte: http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/caverna.htm

quinta-feira, 6 de março de 2014

Carlos Ronielle

R.A.P



Emicida fala sobre a influencia do Rap no cenário musical

Nesta sexta-feira (21), Emicida deu uma entrevista em texto ao portal de notícias da globo, o G1. Na entrevista o rapper falou sobre alguns assuntos importantes.
O primeiro foi sobre algo que todos que estamos dentro da cultura hip-hop temos convicção; qual é a influencia do Rap no cenário musical nacional?
Então Emicida respondeu: “Vejo que outros gêneros musicais cada vez mais têm se mostrado interessados em dialogar, em saber mais sobre o rap, em fazer as coisas conversarem, mas no âmbito geral ainda se sabe muito pouco sobre a cultura hip hop como um todo. “ 
Bem, achei interessante Emicida finalizar com “ainda se sabe muito pouco sobre a cultura hip-hop”; para os ‘odiadores’ do rapper a frase foi para o lado pessoal,  mas por outro lado, para quem refletiu um pouco mais nas palavras, viu que faz muito sentido. O hip-hop tem um ‘núcleo’ muito complexo por trás, pois não é só de música que estamos falando, temos ideais, propostas e tudo é moldado com o decorrer da vida e claro, com a vivencia.
Por isso e por outras que quem é de ‘fora’ talvez nunca irá entender o sentimento que carregamos pela cultura.

Fonte: http://rapnacionaldownload.com.br/novidades/emicida-fala-sobre-a-influencia-do-rap-no-cenario-musical/

Carlos Ronielle



          Oi, sou o Carlos Ronielle Pereira da Silva, tenho 21 anos de idade, moro em Araguaína desde que nasci, atualmente estou cursando Física na UFT, trabalho de dia e estudo a noite e quando posso saio com os amigos ou a namorada :) ...

Lhays Lorrane Lopes O. Lima


                        O que é a Física?

 A Física é a Ciência Fundamental do universo, ela analisa e responde muitas questões que nos colocamos a todo momento. Por isso, você que é curioso a respeito das coisas com as quais convive, encontrará na Física muitas respostas para suas indagações.
Os conceitos e as leis da Física ajudam a explicar a maioria dos fenômenos naturais e a entender o funcionamento das máquinas e dos equipamentos que utilizamos diariamente, seja uma simples lente de aumento, um abridor de latas ou uma vassoura, seja uma complexa usina nuclear, um tomógrafo computadorizado ou um microscópio eletrônico.
Devo instalar um chuveiro elétrico ou a gás? Usar lâmpadas incandescentes ou fluorescentes? Comprar um televisor de LCD ou de plasma? Os conhecimentos adquiridos ao estudar Física podem capacitá-lo a fazer escolhas melhores e a tomar decisões mais acertadas quando diante de diferentes opções.

Lhays Lorrane Lopes O. Lima



Quais são as possibilidades de atuação para quem faz Física?


 
A Física é considerada uma ciência básica, ou seja, lida com a pesquisa e a construção de explicações dos fenômenos físicos da natureza (ondulatória, acústica, óptica, eletromagnetismo, dinâmica, cinemática, eletricidade, etc); pode também oferecer elementos para a aplicação de tais conhecimentos em outras áreas, como a engenharia, a computação, o lazer (veja quanta "física" está presente em parques de diversão ou no tratamento acústico de shows), questões ambientais, estudos ligados à indústria bélica.
Nesse sentido, o campo de atuação do físico é amplo. Isso significa que vários setores podem e necessitam usufruir de seus conhecimentos, por exemplo: órgãos ligados ao ambientalismo, indústrias e empresas ligadas ao tratamento acústico de ambientes, observatórios astronômicos, pesquisa de propriedades de materiais diversos, peritagem técnica (nas polícias civil e federal ou em escritórios de consultoria).


A pesquisa acadêmica é uma forte opção; para tal o profissional precisa realizar estudos pós-graduados e filiar-se a núcleos de pesquisa em universidades brasileiras ou no exterior.
Por estar intimamente ligada às questões do funcionamento do mundo e do universo, sempre suscitou ligações com a filosofia. Vários físicos, dentre eles Einstein e Mario Schemberg (importante físico brasileiro) enveredaram por este caminho. Discutir a origem do universo, a origem, a natureza, a permanência e dissolução da vida, a relação entre matéria e energia, entre energia e consciência, o mínimo do átomo e o absoluto das leis universais, podem também fazer parte desse campo do conhecimento. Isso abre perspectivas para a produção de ensaios e artigos para a midia e para a pesquisa interdisciplinar nas universidades.
Cabe salientar, no entanto que se o campo é amplo o mesmo não ocorre quanto ao mercado de trabalho. Nas diversas áreas de atuação o físico concorre com outros profissionais, principalmente engenheiros. Nesse sentido o profissional deve buscar uma formação de excelência além de continuada, bem como estar atento às poucas oportunidades oferecidas.

Fonte:  http://guiadoestudante.abril.com.br/orientacao-vocacional

segunda-feira, 3 de março de 2014

Sergio Moura Aragão Lara

Matemático, engenheiro e inventor escocês

James Watt

19 /01/1736, Greenock, Escócia
19 /08/1819, Heathfield, Inglaterra
Página 3 Pedagogia & Comunicação
[creditofoto]
Aos esforços de James Watt deve-se o desenvolvimento dos motores
Por volta de 1700 tornou-se conhecido um princípio físico que poderia servir para a construção de um motor: um inglês, Thomas Newcomen, construíra um aparelho que utilizava o vapor de água produzido numa caldeira, aquecida a carvão, para fazer girar uma bomba. A máquina tinha um movimento alternativo simples e constituiu, durante mais de meio século, o meio mais eficaz para bombear água. A invenção de Newcomen, divulgada em 1712, foi valiosa na luta contra os alagamentos nas profundas minas de carvão de seu país.

James Watt nasceu a 19 de janeiro de 1736, em Greenock, Escócia. Era o sexto de oito irmãos, cinco dos quais morreram na infância. Não era uma criança prodígio. Tímido, inseguro e mimado pela mãe, o menino sofria com terríveis dores de cabeça, que se prolongaram até a idade adulta. Desse modo, muitos eram os dias em que James ficava fechado no quarto. Para distraí-lo o pai lhe dava, como brinquedo, diversos instrumentos de navegação, bússolas e sextantes, que ele desmontava e consertava. Essa inocente brincadeira assumiu, mais tarde, importância fundamental.

Como não conseguiu freqüentar a escola primária, aprendeu com os pais a ler e a escrever, além dos princípios da aritmética. Por volta dos 13 anos mostrou grande interesse pela matemática e pela arte da navegação. Aos 16 anos, Watt partiu para Glasgow em busca de trabalho e foi empregado como aprendiz numa fábrica. Para quem queria ser construtor de instrumentos de medida, aquele não era o trabalho ideal. Ao fim de três anos, decidiu tentar a sorte em Londres.

No início, teve que se defrontar com as exigências de experiência e indicação; mas, finalmente, conseguiu empregar-se, com um contrato de um ano. Foi um período difícil, em que era obrigado a trabalhar dez horas por dia, gastando pouco com a alimentação. Além disso o clima de Londres, úmido e frio, causou-lhe reumatismo, obrigando-o a abandonar a cidade. De volta a Glasgow, decidiu trabalhar por conta própria e abriu uma loja de instrumentos.

No entanto, num ambiente conservador e tradicionalista, não era fácil conseguir fregueses, desconfiados como os técnicos e navegadores. Mas Watt conseguira arrumar clientes. Assim, em 1757 foi admitido, na qualidade de fabricante de instrumentos de medida, na Universidade de Glasgow. O trabalho na universidade tornou possível seu encontro com o motor a vapor de Newcomen. Dois anos antes, ele já discutira com seus amigos algumas idéias para melhorá-lo. Além disso, tinha tentado realizar algumas experiências sem bons resultados. Agora ele dispunha de um motor e das peças necessárias para reconstruí-lo.

Watt conseguiu descobrir que, para melhorar seu funcionamento, era necessário elevar a temperatura do vapor, resfriando-o depois bruscamente durante a expansão. Acrescentou o condensador de vapor e outros artifícios destinados a melhorar o rendimento do motor. Depois dessas modificações o resultado era muito semelhante ao do motor ainda hoje em uso, com condensador, caixa de distribuição e sistema biela-manivela, para obter o movimento rotativo a partir do alternado.

O engeneheiro fazia todas as experiências à noite porque durante o dia trabalhava para manter a família, pois seu pai estava arruinado. Sua única distração era passar o domingo no campo, em companhia de um tio materno e de sua prima, Margaret Miller, com quem se casou em 1764 e teve quatro filhos.

As primeiras experiências de Watt, destinadas a mostrar os méritos do seu motor, não foram vitoriosas: os recursos eram escassos e ele não conseguia ordenar seus negócios. Por quatro anos trabalhou como engenheiro civil e elaborou um projeto para um canal entre Forth e Clyde. A Câmara dos Comuns, entretanto, não aprovou o trabalho. Em 1769 fez um segundo projeto, desta vez para o canal destinado a transportar carvão para Glasgow.

Finalmente encontrou um financiador, J. Roebuck, para a aplicação em larga escala de sua descoberta, mas a sociedade fundada para esse fim faliu em pouco tempo. A associação com Matthew Boulton, engenheiro de Birmingham, foi mais afortunada. Conseguiu em 1769 a patente para o motor de Watt e, em 1775, a prorrogação da posse por mais 25 anos. A prova decisiva do invento veio quando uma mina alagada foi inteiramente drenada em dezessete dias, enquanto os métodos tradicionais exigiam meses de esforço.

Watt propôs também que seu motor fosse utilizado para operar os elevadores subterrâneos. O motor tinha numerosas aplicações e como substituía os cavalos, para dar ao comprador uma idéia de sua capacidade, a potência era expressa pelo número de cavalos que podia substituir, gerando a expressão horsepower (hp).

Os aperfeiçoamentos no modelo inicial sucederam-se, exigindo novas patentes, em 1781, 1782 e 1784. Outra invenção foi o controlador centrífugo, graças ao qual a velocidade dos motores rotativos foi automaticamente controlada. Esse trabalho é atualmente considerado como uma das primeiras aplicações da realimentação, um elemento essencial para a automação.
Retirado:http://educacao.uol.com.br/biografias/james-watt.jhtm